Daytona 500 2026: grade definida, desclassificação e expectativas para a prova

Sean Gardner/Getty Images

ANÁLISE GERAL E GRID COMPLETO

A 68ª edição da Daytona 500, a corrida mais prestigiada da NASCAR Cup Series, está prevista para estrear neste domingo no Daytona International Speedway. Após as disputas dos duelos e as rigorosas inspeções técnicas, a grade de largada foi finalizada com 41 carros, trazendo uma mistura de veteranos experientes e jovens promissores. No entanto, uma reviravolta de última hora sacudiu o pelotão: Anthony Alfredo foi desclassificado pela NASCAR, abrindo espaço para BJ McLeod ocupar sua vaga.

O Grid de Largada Completo

  1. Kyle Busch (Nº 8)
  2. Chase Briscoe (Nº 19)
  3. Joey Logano (Nº 22)
  4. Chase Elliott (Nº 9)
  5. Ryan Blaney (Nº 12)
  6. Carson Hocevar (nº 77)
  7. Austin Dillon (Nº 3)
  8. Kyle Larson (Nº 5)
  9. Brad Keselowski (Nº 6)
  10. Michael McDowell (nº 71)
  11. John Hunter Nemechek (Nº 42)
  12. Christopher Bell (Nº 20)
  13. Shane van Gisbergen (nº 97)
  14. Josh Berry (Nº 21)
  15. Daniel Suárez (Nº 7)
  16. Ricky Stenhouse Jr. (Nº 47)
  17. Casey Mears (Nº 66)
  18. Todd Gilliland (Nº 34)
  19. Ryan Preece (Nº 60)
  20. Ty Gibbs (Nº 54)
  21. Alex Bowman (Nº 48)
  22. Denny Hamlin (Nº 11)
  23. Cole Custer (Nº 41)
  24. Erik Jones (nº 43)
  25. Noah Gragson (Nº 4)
  26. Tyler Reddick (Nº 45)
  27. Bubba Wallace (Nº 23)
  28. Riley Herbst (Nº 35)
  29. Corey Heim (Nº 67)
  30. Zane Smith (nº 38)
  31. Jimmie Johnson (Nº 84)
  32. Connor Zilisch (Nº 88)
  33. Cody Ware (Nº 51)
  34. Ty Dillon (Nº 10)
  35. AJ Allmendinger (Nº 16)
  36. Austin Cindric (Nº 2)
  37. Ross Chastain (Nº 1)
  38. BJ McLeod (Nº 78)
  39. William Byron (Nº 24)
  40. Justin Allgaier (Nº 40)
  41. Chris Buescher (Nº 17)

A Desclassificação de Anthony Alfredo

Uma das polêmicas que dominou as conversas nos bastidores foi a exclusão de Anthony Alfredo, que havia técnica garantida sua vaga na Daytona 500 ao terminar em 18º lugar no Duel 2. Após a corrida, o carro número 62 da Beard Motorsports falhou na inspeção da NASCAR. Irregularidades foram bloqueadas em componentes de refrigeração: uma mangueira de refrigeração do transaxle e outra de resfriamento do piloto não estavam devidamente conectadas ou inseridas, violando as regras da categoria.

Como os Duels são considerados parte do processo de qualificação — e não uma corrida padrão —, o julgamento foi irrevogável. Alfredo perdeu sua posição, e BJ McLeod, cuja equipe passou na seleção, herdou a vaga como o próximo piloto aberto melhor  classificado. Essa decisão reforça o rigor da NASCAR em manter a integridade técnica das competições.

Análise Técnica Pré-Corrida

A Daytona 500 é conhecida pelo “pack racing”, onde os carros se agrupam para aproveitar o copo aerodinâmico e ganhar velocidade. Não é apenas o piloto mais rápido que prevalece, mas aquele que domina melhor a dinâmica de empurrões e formações em dupla linha, como visto nos Duels. Essa estratégia será crucial ao longo das 200 voltas.

A gestão de combustível e as paradas nas caixas também desempenharão um papel fundamental. Com a possibilidade de bandeiras amarelas em momentos decisivos, uma parada mal calculada pode custar posições valiosas. Além disso, a compactação da grade e as altas velocidades aumentam o risco de acidentes em massa, os chamados “big one”. Pilotos agressivos podem obter vantagens, mas correm o perigo de danos irreparáveis ​​aos veículos.

Os Favoritos

Baseando-se no grid atual e no desempenho recente nos duelos e nas classificações, alguns nomes se destacam como candidatos fortes ao triunfo. Kyle Busch, na pole position, traz sua vasta experiência em corridas de resistência. Chase Elliott impressionou ao vencer o Duel 2 com uma manobra precisa nas voltas finais. Joey Logano, campeão do Duel 1, é especialista em provas de alta pressão. Ryan Blaney se mostra consistente no draft, enquanto Kyle Larson sempre se adapta bem a cenários de risco elevado.

O Que Esperar da Daytona 500

A corrida de domingo promete imprevisibilidade, com uma grade competitiva, estratégias variadas e potencial para reviravoltas nas últimas 50 voltas. Veteranos e novos desafiados formam um pelotão capaz de transformar cada segmento da prova em uma narrativa própria, mantendo os fãs colados às telas.

Por: Ana Elisa
@ana_arquiteturaevelocidade
Tradução: Autoral
Informações/dados: Nascar

 

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